Arte

Uma pequena notável: a bailarina de Degas

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Quantas vezes você já associou uma obra ao espaço onde ela está instalada?

Pessoalmente, quando penso na Pinacoteca de São Paulo, automaticamente me vêm à mente as telas “Caipira picando fumo” ou “Saudade”, ambas de Almeida Junior.

O mesmo pode acontecer com o quadro “Rosa e Azul”, de Renoir (mais conhecido como As Meninas) quando pensamos no Museu de Arte de São Paulo.

Outra obra muito famosa que nos conecta ao MASP é a escultura bailarina de catorze anos, do artista francês Edgar Degas. Ela faz parte de uma coleção rara no mundo, que no MASP conta com 73 peças.

As esculturas por ele criadas nunca foram expostas, apenas essa bailarina, em 1881. O conjunto de esculturas foi feito após a morte do artista, utilizando-se modelos que ele havia feito em outro material, como cera, estopa, argila, etc. 

Tema comum em sua obra, as bailarinas de Degas eram representadas em poses que demonstravam flexibilidade e movimento, muitas vezes em ângulos incomuns. Como Arte não conhece fronteira, essa famosa bailarina foi transportada para outro lugar na capital, dessa vez uma escadaria: a escadaria das bailarinas, do artista Kobra.

Um lugar comum que transformou-se em referência de arte urbana e trouxe lindas histórias, como a da bailarina brasileira Mel Reis, que teve a perna amputada, mas continuou brilhando com uma prótese.

Quantas histórias existem por trás de obras tão marcantes?! Que tal um exercício de imaginação? E se ao invés de pensarmos nas ideias que Degas transmitiu com sua obra, nós dermos a voz à bailarina?
Seu nome era Marie van Goethem. O que ela diz a você hoje?

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